Conheça os 10 maiores riscos mundiais para 2018

O Eurasia Group é uma organização especializada em consultoria de riscos. No começo de janeiro ela divulgou, segundo o cenário político e econômico mundial, quais são os maiores riscos para 2018.

Que existe grande tensão em todo o mundo é fato, já que estamos a par das situações delicadas que os países enfrentam, seja em sua economia, política, segurança ou nas relações internacionais. Mas entre tudo o que vem acontecendo, o que pode significar um risco real?

Neste artigo vamos apresentar para você o que o Eurasia Group concluiu por meia de suas análises e estudo. Continue lendo e descubra o que é uma ameaça e precisa de atenção.

  1. Avanço da China

Após a renúncia de Donald Trump ao compromisso do multilateralismo, houve incertezas sobre o papel dos Estados Unidos no continente asiático. Isso criou um vácuo onde a China pode começar a dominar o poder.

  1. Guerra tecnológica entre China e Estados Unidos

Atualmente ambos países já disputam o domínio da inteligência artificial e da supercomputação. De um lado, os Estados Unidos possuem talentos e de outro, a China domina os melhores equipamentos.

  1. Conflitos internacionais

O mundo já está muito tenso, e por isso, entre os riscos para 2018 continua também os conflitos entre nações. Rússia a Estados Unidos ainda se desentendem, há tensão junto à Coreia do Norte, ataques terroristas ainda acontecem, temos os problemas da Síria e isso pode ser ampliado pelo fim do poder do Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

  1. Tensão entre Irã e Estados Unidos

Embora o acordo nuclear entre esses países se mantenha em 2018, os Estados Unidos estão tentando implementar estrangeiras para que o Irã não continue seus intentos com a energia nuclear. Para isso, pode acontecer o apoio à Arábia Saudita.

  1. Incertezas no México

Já no México, 2018 será ano de eleições, e ainda acontece a renegociação do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). Ambos fatos podem ser riscos significativos para o mercado. Sobre o Nafta, há boas perspectivas, mas a insatisfação do povo mexicano aponta o favorecimento da campanha de Andrés Manuel Lopez Obrador.

  1. Proteção de interesses

Ações camufladas como tentativa de fazer algo sobre os empregos que foram perdidos também são um risco.  Os políticos mudaram sua abordagem, mas não são apenas os setores tradicionais que recebem proteção, porque também acontece com o setor de inovações e economia digital, para proteger tecnologias e propriedade intelectual.

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  1. Complicações no Reino Unido

Os riscos para 2018 também afetam a Reino Unido, e em especial depois da saída do Brexit, as decisões serão muito mais complexas do que antes. E esse cenário também pode afetar a política, sendo na substituição de Theresa May por Jeremy Corbyn ou um integrante do Partido conservador.

  1. Impopularidade das instituições

A tendência é que aconteça uma erosão das intuições politicas e tecnocráticas. Isso já está acontecendo em diversos países, como aqui mesmo no Brasil, no Leste da Europa, Espanha, África do Sul, e outros. Toda essa instabilidade, e ainda a mudança para o autoritarismo, está mudando a política econômica e de segurada, deixando-as menos previsíveis.

  1. Política de identidade no sul da Ásia

No sul da Ásia vem surgindo a politica de identidade, que se manifesta de várias maneiras, como na aversão aos chineses, o aumento do islamismo e ainda o nacionalismo indiano. Tudo isso gera ameaças e cria desafios para investidores e governos.

  1. Segurança na África

E por fim, o último dos riscos para 2018 previstos pela Eurasia é a segurança no continente africano. Isso porque é possível a intensificação de militâncias e do terrorismo. Lembrando que ali estão em ameaça a África Oriental, pela Al Shabaab, e a África Ocidental, pela Al Qaeda.

Mas apesar de tudo isso, 2018 pode ser um ano bom, de grandes mudanças e novos desafios. Mas é preciso estar de olho nessas análises para que possamos observar como caminha o mundo a partir de agora.

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